segunda-feira, 8 de julho de 2013

Revelando Bons Segredos de um Jardim

Amigos e amigas,

Fui no último fim de semana a Penedo - pequeno vilarejo, ao lado da cidade de Resende.

A vista da janela.

Vilarejo de tradições Filandesas, não visitava Penedo desde 1991 em um passeio com a turma da escola.

Da minha lembrança para o que eu vi, foi uma cidade com uma movimentação impressionante para um simples fim de semana, sem feriado ou qualquer data especial.

Lembrava de um clube com tradições filandesas que não reconheci em nenhum canto da cidade - a não ser no centrinho onde fica a 'Casa do Papai Noel'.

Tínhamos diversas indicações de restaurantes e, dentre as opções, acabamos escolhendo o Jardim Secreto - que, segundo amigos que moram na região, é o melhor restaurante de Penedo.

Contrariando a oferta da região: Salmão.

Chegamos lá depois de um rápido passeio pelo centrinho. A casa fica localizada após passar o centro principal e continuar alguns metros além. A casa onde o restaurante é estabelecido fica acima de um aclive, o que proporciona uma vista para uma bela floresta. O restaurante é bem lúdico e possui um belo jardim, onde diversos passarinhos fora da gaiola transitam pelas árvores e por um suporte construído que oferece diversas frutas para atraí-los propositalmente.

Belo Crorizo, acompanhado de chimichurri.

Chegamos e fomos recebidos com uma bela caipirinha de abacaxi. A pergunta inicial foi "de cachaça ou de vodka?". Essa pergunta me remete a uma grande questão que perdurou pela minha vida: sempre preferia vodka, por achar que cachaça deixava um hálito duvidoso. Hoje acredito ter superado esse trauma e sempre prefiro, em qualquer ocasião, beber cachaça à vodka. Não é discurso ufanista. Apenas a preferência pelo sabor.

A carne é fraca: Paulaner para reforçá-la.

Após um ótimo drink de boas vindas, aproveitamos freneticamente o couvert servido: ótimos pães, uma geléia de tomate saborosa, uma pastinha de truta deliciosa e um azeite super perfumado. Foi servido também um sal grosso temperado.

Tem couvert que vale a pena - esse, sem dúvida, não deve ser desperdiçado.

Gostoso, porém gelado.

Como prato principal, eu pedi chorizo com batatas coradas. Carol, que queria pedir truta por ser uma das especialidades da região, acabou pedindo um salmão com paglia e fieno. Tudo de bom grado.

A sobremesa foi um pecado. O creme brulée ácido, à base de limão, nos pareceu recém saído da geladeira. Mas, mesmo frio, não incomodou.

Se Penedo não correspondeu às minhas antigas lembranças, o Jardim Secreto foi uma ótima revelação.

Beijos e abraços,


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@viverparacomer

Jardim Secreto
Avenida das Três Cachoeiras, 3.899 - Penedo, Itatiaia
Tel.: (24) 3351-2516

domingo, 23 de junho de 2013

Feijoada Alemã

Amigos e amigas,

recentemente fui duas vezes no Adega do Pimenta  da praça Tiradentes, no centro. A casa tem uma carta de cerveja de dar inveja; e a cozinha, alemã, tem umas inovações interessantes.

Fomos em uma sexta feira onde no centro há diversos restaurantes oferecendo feijoadas. Ao entrarmos na casa descobrimos que havia uma feijoada alemã - o que despertou o interesse dos comensais que compunham o nosso grupo.

Pedimos de entrada uma linguiça da diretoria - que é uma salsicha alemã, bastante apimentada. Todos gostaram.

A feijoada alemã consiste em uma feijoada de feijão branco com kassler, diversos tipos de salsicha e algumas coisas a mais. Vinha acompanhando arroz branco e uma farofa com cebola.

Essa feijoada foi surpreendente: não tem nada a ver com a nossa feijoada tradicional, mas agradou muito. Depois fiquei pensando se há em algum canto da Alemanha essa feijoada ou foi mais uma invencionisse da casa. 

Quatro dias depois voltamos lá e fomos no tradicional joelho de porco. Já relatei aqui a minha primeira experiência com joelho de porco que comi na casa em minha primeira ida ao Adega do Pimenta. Na época havia comido um joelho de porco defumado.

Einsbeein: Joelho de Porco super crispy

Dessa vez pedimos o joelho de porco grelhado, que não minha opinião é bem mais gostoso e interessante: fica super crispy no entorno. É sem dúvida bem gorduroso, mas bem saboroso.

O serviço é eficiente e a casa lota com facilidade nas sextas, o que é recomendável chegar cedo.

Fica a dica.

Beijos e abraços,


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@viverparacomer

Adega do Pimenta
Praça Tiradentes, 6 - Centro
Tel.: (21) 2507-5293.

sábado, 15 de junho de 2013

Os Pacientes Cariocas


Amigos e amigas,

recentemente eu li duas reportagens aparentemente antagônicas:

1) A Fala da Comida

Carlos Alberto Dória realiza uma excelente entrevista com Daniel Redondo e Helena Rizzo (chefs e donos do Maní) , no caderno Ilustríssma da Folha de SP, na matéria intitulada A Fala da Comida

Na introdução, Carlos Alberto escreve que a "gastronomia ganha contornos de 'sistema' cultural análago ao da moda".

Verdade, principalmente se considerarmos o apelo do fenômeno gastronômico em todo o globo.

Anthony Bourdain confirma essa tese em seu último livro "Ao Ponto" (Medium Raw). Descreve que hoje há um reverenciamento aos chefs que jamais existiu. Como exemplo, ele afirma que hoje os adolescentes norte americanos conhecem o nome de todos os chefs famosos, e não sabem o nome de todos os integrantes da sua banda preferida.

Cozinhar deixou de ser um simples ato artesanal e, assim como na alta costura, "criou" uma legião de seguidores para determinado restaurante/chef.


2) Um Rio de Serviços Ruins

Com ar de denúncia ao povo carioca, Gilberto Scofield Jr relata no O Globo, em sua coluna semanal, Um Rio de Serviços Ruins; sobre as durezas de ser mal atendido no RJ.

Gilberto é muito feliz ao escrever o artigo e não restringe o problema a serviços em restaurantes.

Ele ainda destaca no início do texto que os "serviços no Rio são caríssimos e inexplicavelmente ordinários."

Depois de ler ambos os artigos, eu tive uma constatação empirica que me fez pensar sobre as duas reportagens.

3) Salitre, sábado - 08/06

Sábado passado fui ao Salitre - restaurante que se vangloria dos vinhos que oferece. Localizado na rua Barão da Torre, em Ipanema, possui uma bela varanda e é muito calmo.

Já fui algumas vezes lá antes, com algumas boas experiências.

Chegando lá, vimos que o cardápio havia mudado - não apenas os preços, mas diversos pratos novos haviam sido adicionados e outros excluídos.

Perguntando ao garçom que nos atendia sobre alguns pratos antigos, ele alegou que o novo chef havia reformulado todo o cardápio.

Como relatado na entrevista de Carlos Alberto Dória, falar, hoje em dia, em nome de uma entidade como o chef, é sinal mais do que natural: se o chef muda tudo, o cliente deve aceitar, pois a mente criadora do chef vale mais do que a vontade do cliente.

"Okay. Vamos ver se vale a pena." Pensei.

De entrada pedi um clássico da casa: bruschetta de presunto cru, brie, rúcula e mel. Outrora era muito boa e, inclusive, emoldura esse blog no topo (na época, eles a serviam com vinagre balsámico e alecrim).

Infelizmente, não veio com o capricho usual. Mas nada que valesse especificar. Apenas não veio com a emoção esperada.

Em sequência, pedimos os nossos pratos: fraldinha grelhada, para mim, com legumes ao provençal. Carol, a testemunha eterna do meu humor em (bons e maus) restaurantes, pediu o peixe do dia com soufflé de legumes.

Aliás vale a pena comentar sobre o peixe do dia: o primeiro garçom que apareceu informou que era badejo. Um segundo voltou e afirmou categoricamente que era dourado. Mas acabou ficando na dúvida por termos afirmado que o outro garçom nos havia dito que era badejo.

Voltou e retificou: tilápia. (Bom, ao menos não usou estrangeirismo em chamá-lo de San Pietro/Saint Pierre etc).

O restaurante estava vazio. Após sentarmos, apenas mais um casal chegou. Mas a espera foi bem longa. Inclusive para solicitar mais uma bebida - e, repito, o Salitre é um restaurante de vinhos, onde se espera um atendimento mais próximo para poder ser servido.

Mas a maior emoção é sempre guardada para o final: quando os pratos chegaram, a Carol logo alertou que havia pedido soufflé de legumes e não legumes ao provençal.

A resposta foi bem rápida: " Sra. esse é o soufflé da casa'.

Achando que o atendente havia confundido e servido o meu pedido à ela, mais uma vez alertou. E a resposta foi a mesma, mais enfática: "É assim o soufllé da casa!"

Como eu havia pedido legumes ao provençal, e o meu prato veio correto, provoquei o garçom: "Se o dela é soufflé, o meu é o quê?"

Resposta: "Legumes ao provençal!"

Então tá... Insisti: "Qual é a diferença entre os nossos pratos, por favor?"

O garçom resignado apelou para o 'Santo Padre' das instituições gastronômicas: "Irei verificar com o chef!"

Desaparceu o resto do almoço.

No final, quando terminávamos, ele apareceu com uma tigelinha, que continha alguns legumes boiando em um molho branco, gratinado, pedindo desculpas pelo engano.

4) Síntese

Após essa epopéia concluí que de fato muitos restauranteurs acreditam que são "Intocáveis", orientando e treinando mal os seus funcionários. Tem a certeza de que nenhum cliente irá questioná-los. E, muitos pensam: "alcancei o Olimpo!"

O pior é que, como Gilberto Scofield Jr relata, aqui no Rio nem é necessário a casa alcançar o "Olimpo", que o mau atendimento já vem de brinde.

Relendo as duas matérias citadas acima, cheguei à conclusão que as reportagens não são antagônicas no RJ: a moda atual na gastronomia eleva o ego de restauranteurs/chefs e estes não tem necessidade/vontade de oferecer um melhor treinamento para sua equipe. E os garçons, que sempre tiveram como padrão atender mal, não precisam modificar a sua maneira medieval de servir.

E a verdadeira conclusão que cheguei é que quem está fora do tom somos nós, clientes, que nunca contestamos o mau atendimento que recebemos. Nós, clientes, somos quem está errado.

Ou, devido a paciência que temos que dispor, deveríamos nos auto-intitular como "pacientes"?

Beijos e abraços,

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@viverparacomer

Salitre Vinhos
Rua Barão da Torre, 632 - Ipanema
Tel.: (21) 2540-5719.

domingo, 26 de maio de 2013

Parrillada Uruguaia no Leblon

Amigos e amigas,

enquanto o Brasil parece não estar mais mundialmente na moda, o Uruguai, ao menos por aqui, vem reinando. Digo isso pela quantidade de gente que tem viajado para lá - inclusive eu, recentemente.



Administrando a grelha e os pedidos.

Para confirmar o modismo por aqui, abriu ao menos 2 churrascarias no RJ que tem origens uruguaias: Pobre Juan - que possui diversas filias espalhadas em várias cidades; e o Gonzalo Parrilla, no Leblon.

Fui recentemente no Gonzalo e posso dizer que a experiência é bem legal.

O serviço é eficiente e simpático, a casa tem uma bela churrasqueira a carvão, bem na entrada, e a comida é muito boa - seguindo o que eu acredito ser o churrasco típico uruguaio.

Cerveja uruguaia na espera por uma mesa.

De entrada há uma linguiça fininha, bem temperada, e também aquele linguição (meio salsichão, típico do Uruguai). Eu preferi a linguicinha. Pena que a porção é de tamanho insatisfatório para quatro pessoas.

Também há umas empanadas sensacionais. Destaque para a de queijo com cebola.

Bife ancho faz a alegria dos carnívoros

E quanto a carne? Há um bife ancho, que nada mais é do que a parte dianteira do contra filet, muito saboroso. Tive lá duas vezes e não consegui pedir outra carne.

Para acompanhar há uma batata frita - que eles juram que é maravilhosa - e uma batata assada. Eu preferi a batata assada.

Crepe com Dulce de Leche.

Um outro destaque é a sobremesa: há um crepe feito com doce de leite uruguaio, La Pataia, que vale a pena.

Um clássico entre os azeites uruguaios

Além da  comida divina, a casa oferece bebidas famosas em nosso país vizinho: de cervejas aos vinhos.

Para todo e bom carnívoro, o Gonzalo é uma excelente experiência.

Beijos e abraços,

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Gonzalo Parrilla
Rua Bartolomeu Mitre, 450 - Leblon
Tel.: (21) 3796-3342.

sábado, 18 de maio de 2013

Food ou Foodie?

Amigos e amigas,

essa onda de foodies assolou o mundo, valorizou os chefs e trouxe uma ressaca de entendidos em enogastronomia.  Eu, por ter um blog, às vezes fico em cada situação...

Entre as saias justas que passo, a mais comum é a de amigos marcarem de se encontrar em um restaurante e, na hora de escolher, alguém solta a frase clássica: "deixa que o nosso gourmet escolhe!"

Pior são os amigos que querem me desafiar em relação às minhas preferências. Me perguntam a opinião sobre 7 restaurantes. Um sim ou um não sobre certo restaurante provoca quase um rompimento na amizade.

Lembro de um amigo que formulou a seguinte pergunta: "como um autor de um blog de comida consegue escrever sobre comida morando no RJ?" Eu acho que há excelentes restaurantes no RJ, mas existem xiitas a favor de uma revolução a qualquer custo... Acredito que não consegui convencer esse meu amigo e, certamente, se ele lia o meu blog, não tenho dúvida que ele parou de ler. Com certeza, rs.

Mas preciso afirmar que essa onda foodie já deu.

Há 3 bons blogs de comida, 2 bons programas televisivos de comida e ponto. Em relação a programa televisivo, eu tô quase cancelando a minha TV por assinatura... Daqui a pouco a GNT vai passar 24h de comida. Aliás, o que é o Rodrigo Hilbert apresentando um programa de gastronomia? Ok, meninas, ele pode ser bonito etc, mas como apresentador de programa gastronômico, meu Deus do céu... É muito forçado!

Por outro lado, acabei de ver a Nigella no programa do Jô. Dificilmente eu assisto o programa dela. Mas é inegável que ela tenha um enorme carisma. Ao perguntarem (Palmirinha) para Nigella se ela já havia cozinhado para a família real, ela deu uma resposta que deve ter decepcionado muita gente. "Não. Eu não sou uma cozinheira treinada. Apenas faço coisas para minha família." Tudo que um foodie não gostaria de ouvir.

Assim, se há superficialidade na vida, chegamos a um ponto que essa onda de foodie transformou tudo relacionado a comida, restaurantes e notícias gastronômicas em grande emaranhado de artificialidade.

Mas ao ver a entrevista da Nigella no Jô fiquei feliz. Há esperanças.

Beijos e abraços,

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segunda-feira, 29 de abril de 2013

Os meus melhores

Amigos e amigas,

os restaurantes estão cobrando preços fora da normalidade. Os rejustes nos cardápios são bem superiores a qualquer inflação divulgada pelo governo. Obviamente, não é só o tomate... Já pensei em mudar o nome do blog para "Viver ou Comer". E surpreendentemente os restaurantes nos finais de semana estão com filas de espera cada vez maiores. Não é a toa que um blog de SP, Boicota SP, resolveu propor um boicote a restaurantes que cobram preços abusivos.

Enfim, não há o que fazer... A não ser escolher com muito critério aonde ir para celebrar uma data especial, ou simplesmente desfrutar do seu momento de descontração gastronômico.

Assim resolvi escrever um mapa, não dos restaurantes mais baratos, nem dos melhores restaurantes, mas onde encontrar as melhores comidas/pratos em diversos restaurantes no RJ. Se é para pagar, que se tenha critério.

Pães
Ninguém vai a um restaurante para comer pães. Mas já que nos servem... Bom, eu que adoro pães, confesso que sou rato de couvert. E não há pães melhores que no Bazzar. A diversidade é grande, mas o meu preferido é o de limão. O garçom serve na mesa e não se acanhe de pedir. Mas, se se acanhar, fique tranquilo que ele volta.

Bobó de Camarão
Eu conheci recentemente o Aconchego Carioca. O restaurante não tem um preço aconchegante, mas a comida é soberba.  E o bobó é fantástico. Acho que é um dos melhores que eu já comi.

Pão da Casa
Me desculpem os paulistas que defendem as pizzarias de SP, mas não há pão da casa melhor que o da Stravaganze. Conversando com o maître da casa, ele me explicou que o pão da casa começa a ser feito na noite anterior. No dia seguinte ele é assado, com o forno apagado, só no calor do bafo da noite anterior. Dá de 1000 a zero no pão da casa da pizzaria do Braz.

Prime Rib
Fiquei fã há um tempinho do CT Boucherie. É bem provável que o prime rib da casa sacie a vontade de qualquer carnívoro. E ainda vem com uns acompanhamentos sensacionais.

Salmão Brulé
Assim como o salmão brulé, o atum com foie gras e todas as modernidades da culinária contemporânea japonesa eu elejo o Ten Kai. Muitos preferem ir ao Sushi Leblon. Eu não. Agora, sei que isso é uma questão de moda e de preferência. Não recrimino os amantes do Sushi Leblon.

Hambúrguer Chic
Gosto de hambúrgueres. Posso dizer que gostava muito do hambúrguer da minha finada loja de sucos, a Puro Sucos. Mas infelizmente ela não está mais ente nós. Depois comecei a gostar do hambúrguer do Joe Leo's. Conheci o hambúrguer do Zuka, que achei que seria imbatível. Até que o Bazzar desenvolveu um hamburguer de wagyu com foie gras e alho negro. Passou a ser o meu preferido.

Bacalhau na Brasa
O Adegão Português, de São Cristovão, me proporcionou o melhor prato de bacalhau que já comi.

Risoto
Um dos risotos que eu mais gosto é o do tradicional restaurante Quadrifoglio: funghi porcini com trufas.

Mil folhas
Me desculpem todas as casas/restaurantes/padarias francesas, mas não existe mil folhas melhor que o mil folhas do italianíssimo Gero. O problema é que até chegar ao mil folhas, você já deixou a "calça" pra pagar a conta da casa.

Ovos Moles
É uma das minhas sobremesas favoritas. O do Zuka é o que eu mais gosto.  O de lá vem com sorvete de canela.

Espero que esse guia venha ajudar ao comensal a escolher um prato gostoso e que no final - das contas - este comensal sinta que valeu a pena o gasto efetuado. Principalmente se o motivo de ir ao restaurante for uma comemoração especial!


Beijos e abraços,

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quarta-feira, 3 de abril de 2013

Hambúrguer Made in Brazil

Amigos e amigas,

se eu pudesse escolher um comfort food, só um, acho que escolheria hambúrgueres. Aliás, cheeseburguers. Sempre preferi cheesebúrgueres.

Agora que as hamburguerias estão na moda, ninguém teme em assumir o seu amor por esta iguaria. E se o Hawaii é o paraíso para os surfistas, SP é o paraíso para os 'hamburgólogos'.

Recentemente tive a oportunidade de conhecer a Hamburgueria Nacional. O detalhe é que um dos sócios é o sushi man Jun Sakamoto. Achei curiososo: um sushi man ser sócio de uma hamburguería. Contudo pensei: "se os hamburguérs do cara são tão bons quanto os seus sushis, deve ser muito bom!"

Acho que vale comentar que o hamburguer é grelhado através de um broiler dourador. Ou seja, o calor vem por cima.

Eles chamam essa grelha de salamandra e alegam que essa é a melhor forma de grelhar o hambúrguer, pois o calor vem por cima e a gordura escoa, naturalmente, por baixo.

Bom, se é verdade eu não sei, mas o hambúrguer de fato é divino.

Miam, miam: quero voltar!

O hambúrguer em si é suculento macio e a salamandra (grelha) proporciona uma crocância a carne, ao mesmo tempo em que o "patty" transborda suculência, se o seu pedido for do mal passado ao "ao ponto".

Na minha opinião, se pedir bem passado, corre-se o risco de ter um hambúrguer seco e opaco.

Acompanhou o suculento cheeseburguer, uma deliciosa batatinha e um milk shake de chocolate indescritível. Não adianta ver a foto. Tem que prová-lo.

O milk shake de chocolate é um dos destaques.

A hamburgueria fica localizada no Itaim Bibi, em um lindo empreendimento, que vale apreciar o projeto arquitetônico - se é do seu interesse, claro.

Se não... Vá pelo hambúrguer mesmo!

Beijos e abraços,

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Hamburgueria Nacional
Rua Leopoldo Couto Magalhães Júnior, 882 - Itaim Bibi
Tel.: (11) 3073-0428.

Quem sou eu

Minha foto
Olá, sou carioca e um grande apreciador de um bom prato. Com este intuito, tentarei escrever as minhas impressões sobre os restaurantes em que eu vier a comer - descrevendo qualidades e defeitos de cada um. Caso tenha o interesse de complementar as minhas opiniões, por favor, não deixe de contribuir. Restaurantes bons devem ser vangloriados, enquanto restaurantes ruins devem ser evitados. Não concorda? Então, vamos lá... Mãos ao garfo!